TCE expõe: 7,4 mil milhões para ONGs sem fiscalização adequada

TCE expõe: 7,4 mil milhões para ONGs sem fiscalização adequada

O caso Minnesota nos Estados Unidos (fraudes massivas via ONG) não é único – é o padrão que Bruxelas replica.

Em abril de 2025, o Tribunal de Contas Europeu (TCE) expôs: 7,4 mil milhões de euros (2021–2023) foram entregues a mais de 12.000 ONG em políticas internas (migração, coesão, ambiente, etc.), mas sem transparência real. Dados fragmentados, classificações erradas (90%+ das entidades mal categorizadas), falta de verificação de independência, pouca ou nenhuma divulgação de lobbying/advocacy financiado e supervisão insuficiente. O relatório é claro: "apesar de progressos, a visão geral continua não fiável" – milhares de milhões evaporam sem rasto adequado.

E o buraco continua pós 2023: o AMIF (Fundo para Asilo, Migração e Integração) tem mais 10 mil milhões previstos até 2027, grande parte para as mesmas ONG sem qualquer controlo e a Comissão propôs, recentemente, o AgoraEU (2028–2034): mais 8,6 mil milhões de euros para "cultura, media e sociedade civil" (ou seja, ONG activistas). Vendem como "valores europeus", "igualdade" e "democracia", mas na práctica financia agendas que abrem fronteiras, empurram culpa verde, silenciam a resistência do povo nativo e apoiam redes ideológicas – tudo às custas dos contribuintes. Mesmas redes do USAID, nova torneira.

O relatório do TCE confirma: opacidade sistémica grave, concentração extrema em poucas ONG grandes (30 receberam mais de 40% dos fundos), e Bruxelas continua sem corrigir os problemas apesar de anos de alertas. Isto não é acidente nem mera incompetência – é um sistema que permite a extracção massiva de riqueza pública para enriquecer elites e redes conectadas, ao mesmo tempo que financia uma agenda que erode a soberania europeia.

Quanto tempo mais vamos tolerar isto? Chega de pagar a nossa própria substituição.

Link oficial relatório ECA: https://www.eca.europa.eu/en/publications/SR-2025-11