"Islamofobia": A novilíngua que convida o cavalo de Tróia

"Islamofobia": A novilíngua que convida o cavalo de Tróia

O termo ‘islamofobia’ não é inocente: ganhou força nos anos 90, com um relatório de liberais progressistas britânicos de 1997 que o definiu como medo ou ódio irracional ao Islão e aos muçulmanos. Antes disso, mal se falava; depois, virou novilíngua pura — cala debate, protege agendas. Ninguém diz que é ‘cristianofobia’ ou ‘budofobia’ quando alguém critica a Igreja ou monges radicais, é um escudo selectivo.

Hoje, o Qatar — mecenas da Irmandade Muçulmana — usa-o como escudo perfeito: financia mesquitas, escolas e ONGs na Europa (França e Alemanha são os alvos). Redes como UOIF ou IGD recebem milhões via charities — promovem separação, anti-Ocidente, normalização de ideias radicais. O cavalo de Tróia já está cá dentro. Governos europeus? Cobardia total. Macron e Merz sabem o risco (relatórios internos gritam ‘ameaça’), mas fecham os olhos: medo de violência interna, de perder votos muçulmanos, de ser rotulado ‘islamofóbico’. Preferem monitorar que agir — expulsar imãs, cortar fundos, pôr ordem. Humilhante: líderes de países cristãos, europeus, a tremer por uma palavra inventada.

Muçulmanos moderados, como os Emirados Árabes Unidos, odeiam a Irmandade Muçulmana: bloqueiam contas, expulsam radicais, avisam a Europa que ‘virá mais extremismo’. Conhecem o perigo — mas o Ocidente ignora, porque o dinheiro qatari pesa mais que alertas de aliados. Resumo: medo de rótulos + interesses + culpa pós-colonial = silêncio. Se não acordarmos, perdemos soberania bairro a bairro. Não é ódio — é defesa. Quem não vê, acorda tarde.